quinta-feira, 6 de setembro de 2012
Ensino de língua portuguesa mediado por computador: perspectivas e propostas
AUTOR: Carlos Augusto Baptista de Andrade
ISBN: 978-85-62370-25-0
EDIÇÃO: 1
ANO DE EDIÇÃO: 2010
PÁGINAS: 112
FORMATO: 14×21 cm
GÊNERO: Ensaio
ISBN: 978-85-62370-25-0
EDIÇÃO: 1
ANO DE EDIÇÃO: 2010
PÁGINAS: 112
FORMATO: 14×21 cm
GÊNERO: Ensaio
De: 28,00
Por: 20,50
Sinopse
Este livro trata sobre o ensino de
Língua Portuguesa em ambientes virtuais, com propostas práticas
embasadas nas mais atuais teorias sobre o assunto.
Carlos Augusto Baptista de Andrade
é Doutor em Língua Portuguesa pela PUC-SP e Professor Titular de Língua
Portuguesa na Universidade Cruzeiro do Sul. Além da graduação em
Letras, graduou-se, também, em Pedagogia, com ênfase em Administração
Escolar. Lecionou no ensino fundamental e médio em escolas das redes
pública e privada. Foi Diretor de Escola, Assessor de Delegado de Ensino
e Coordenador de Projeto de Alfabetização de Jovens e Adultos. Nos
últimos 19 anos, dedicou-se ao ensino superior, tanto na graduação,
quanto na pós-graduação, desenvolvendo pesquisas na área de Letras e
Linguística relacionadas à leitura e à produção de textos, nas
modalidades presencial, semipresencial e a distância. Atua em dois
grupos de pesquisa cadastrados no CNPq: Teoria e Práticas Discursivas
(Unicsul) e Língua Portuguesa para Fins Específicos (PUC-SP). Na
educação superior foi Assessor Acadêmico da Pró-Reitoria de Graduação,
Diretor do Centro de Ciências Huamanas e Sociais, Pró-reitor de
Graduação na Universidade Cruzeiro do Sul e, Pró-Reitor de Graduação, no
Centro Universitário do Distrito Federal – UDF, atualmente exerce a
função de Coordenador da CPA do Centro Universitário Módulo em
Caraguatatuba. É autor e organizador de obras acadêmicas e literárias.
É avaliador do INEP-MEC, integrando comissões responsáveis pela
avaliação institucional e de cursos na área de Letras, Pedagogia.
INTRODUÇÃO
A prática do ensino de Língua Portuguesa
em ambientes virtuais não é nenhuma novidade. Há na rede (Internet)
muitos cursos, que estão situados em duas perspectivas iniciais: a
primeira usa meramente a interatividade sistêmica do computador, para
oferecimento do curso, dispensando tutores e professores. Na segunda, o
desenvolvimento do curso é pautado em uma visão interacional de
linguagem. Tal perspectiva pressupõe a máquina (computador) como
ferramenta para as interações entre sujeitos que, por meio de textos,
outras linguagens e ferramentas tecnológicas de interação, desenvolvem o
processo de ensino e de aprendizagem. A presente proposta está
desenhada em conformidade com a segunda perspectiva.
O objetivo geral deste trabalho é
realizar algumas reflexões sobre as possibilidades de construção de
conteúdos para o desenvolvimento de curso de Língua Portuguesa, mediados
por computador para o universo do ciberespaço. Para tanto, aponta-se,
neste momento, questões referentes à Educação a Distância Mediada por
Computador (EDMC), ao ambiente virtual (sala virtual) e sua estrutura,
buscando referências em estudos realizados por pesquisadores que
trabalham em Educação a Distância (EAD) de diversas áreas do
conhecimento. No entanto, destaca-se que a preocupação maior das
considerações aqui propostas estão ligadas à criação de hipertextos e
textos a serem disponibilizados na sala virtual.
É possível construir excelentes cursos a
distância, desde que algumas questões sejam discutidas e trabalhadas
nos momentos de planejamento. Um curso a distância de qualidade
possibilita real aprendizagem, se não estiver ancorado apenas na
transmissão de informações. Para tanto, procurou-se enfocar questões de
diversas ordens, com maior abrangência das linguísticas, pois, no
ambiente, todo o conteúdo oferecido será apresentado aos estudantes por
meio de textos diversos.
No ambiente da virtualidade, apesar de não ser uma novidade conceitual desenvolvida por conta da tecnologia, a figura do hipertexto surge de forma central para a construção de conteúdos. Por isso, além de compreender como melhor utilizá-lo é importante reconhecê-lo como elemento que promoverá as ações subjetivas dos usuários no conteúdo, promovendo os chamados saltos intertextuais. Os hipertextos, construídos de forma adequada, poderão facilitar a navegação no ambiente e, consequentemente, colaborarem no processo de aprendizagem.
No ambiente da virtualidade, apesar de não ser uma novidade conceitual desenvolvida por conta da tecnologia, a figura do hipertexto surge de forma central para a construção de conteúdos. Por isso, além de compreender como melhor utilizá-lo é importante reconhecê-lo como elemento que promoverá as ações subjetivas dos usuários no conteúdo, promovendo os chamados saltos intertextuais. Os hipertextos, construídos de forma adequada, poderão facilitar a navegação no ambiente e, consequentemente, colaborarem no processo de aprendizagem.
Alguns fatores importantes para o
desenvolvimento do hipertexto/texto serão abordados, tais como: as
marcas dialógicas, as marcas de subjetividade, os fatores de
textualidade e as estratégias de interação. Tais aspectos
possibilitam/favorecem o processo interacional entre os sujeitos
(aluno/tutor – aluno/aluno) no ambiente colaborativo.
Com a finalidade de contextualizar alguns fundamentos teórico-metodológicos, dividiu-se o presente trabalho em três partes. A primeira é responsável pela contextualização da modalidade educativa a distância; na segunda, discuti-se questões relativas ao texto e, consequentemente, à produção de conteúdo para as mídias digitais, para, finalmente, na terceira apresentar o desenvolvimento da proposta de preparação do hipertexto e algumas análises na sequência.
Com essas discussões, pretende-se colaborar para que pesquisadores e professores reflitam cada vez mais nesse processo de ensinar a distância ou na semipresencialidade por meio, neste caso, do computador.
Com a finalidade de contextualizar alguns fundamentos teórico-metodológicos, dividiu-se o presente trabalho em três partes. A primeira é responsável pela contextualização da modalidade educativa a distância; na segunda, discuti-se questões relativas ao texto e, consequentemente, à produção de conteúdo para as mídias digitais, para, finalmente, na terceira apresentar o desenvolvimento da proposta de preparação do hipertexto e algumas análises na sequência.
Com essas discussões, pretende-se colaborar para que pesquisadores e professores reflitam cada vez mais nesse processo de ensinar a distância ou na semipresencialidade por meio, neste caso, do computador.
Para a análise destas perguntas, deve ficar claro que a utilização inteligente do computador, não é um atributo do mesmo, mas a maneira como é concebida a tarefa em que ele será utilizado. Certamente existem professores que participam de um sistema educacional mais conservador, que desejam ferramentas que tenham como característica o controle de diversas tarefas específicas do processo atual de ensino. Vários sistemas computacionais, foram e ainda estão sendo desenvolvidos com essas características, desempenhando tarefas que contribuíram para essa abordagem educacional e que serão, com certeza, muito valorizados por profissionais que compartilham dessa visão de educação. Por outro lado, existem profissionais que se enquadram em sistemas de ensino mais sofisticados que desejam sistemas computacionais com qualidades de inteligência; sendo possível a estes sistemas, identificar os erros cometidos pelos alunos e, mesmo, indicar tarefas de acordo com o nível de aprendizado do aluno.
Então, fica claro que a análise de um sistema computacional com finalidades educacionais não pode ser executada sem que se faça considerações a respeito do contexto pedagógico no qual será utilizado. Um software só pode ser classificado como bom ou ruim dependendo do contexto e do modo como ele será utilizado. Para que se faça a qualificação de um software é preciso ter muito claro a abordagem educacional a partir da qual ele será utilizado e qual o papel do computador nesse contexto.
O uso inteligente do computador na educação deverá procurar promover mudanças na abordagem pedagógica vigente; e não apenas colaborar com o professor, para tornar mais eficiente o processo de transmissão de conhecimento. A utilização da informática na educação deve ser analisada como processo de modernização, renovação e troca de resultados. A partir daí será abordado sucintamente quais as características que um software deve ter para que ele promova o ensino ou auxilie no conhecimento.
1. O Uso do Computador na Educação
O uso do computador na educação tem como papel ultrapassar as fronteiras do educar convencional, dando oportunidade às escolas de renovar a forma de se trabalhar os conteúdos programáticos. A informática na educação possibilita ao educando a construção do seu conhecimento, transformando a sala de aula num espaço real de interação, de troca de resultados, e adaptando os dados à realidade do educando.
Segundo Valente: “À educação cabe hoje o papel norteador, para superação das crises do trabalho, transitando do homo studioso para homo universalis”. Não se discute mais, o uso ou não do computador nas escolas; pois a informática é uma realidade na vida social de praticamente senão todas as áreas. No entanto, a questão é como a informática pode ser utilizada de forma mais proveitosa?
Para responder esta questão, é preciso resolver algumas diretrizes essenciais: vencer o preconceito com relação à máquina (computador); e, elaborar uma planilha que contenha as principais necessidades pedagógicas em sala de aula, esta listagem poderá ser resolvida com a ajuda de um especialista, e o computador terá como atendê-la.
Os computadores nada mais são do que o meio e não o fim, isto é, eles são somente solucionadores de problemas; mas que sozinhos não fazem nada, e só podem se tornar úteis com a ajuda de um bom especialista - nesta situação, o professor pois é ele quem detém o conhecimento teórico.
A introdução do computador, no ambiente escolar, é hoje uma necessidade para o crescimento de uma pedagogia inovadora, assentada na capacidade de educadores propensos a didáticas renovadas. E, a importância do papel do educador neste processo informatizado está em se conscientizar de que não é ele quem deve indicar o que é próprio de cada educando, mas sim é papel dele estar constantemente atento ao poder de cada um. Então, se o educador não se colocar dentro de seu tempo e caminhar em direção ao desenvolvimento, ficará muito difícil gerar uma atuação docente de qualidade.
O educador aprendiz se defronta então, com uma nova concepção na construção de seu conhecimento, devendo ficar consciente de que a tecnologia computadorizada não se resume em mouse, teclado, CPU e software, mas sim em saber empregá-los numa realidade pedagógica existencial.
Um componente muito importante neste processo é o educando, ele é antes de tudo o fim. É para ele que se aplica o desenvolvimento das práticas educativas, com objetivo de levá-lo a se inteirar e a construir seu conhecimento, através da interatividade com o ambiente de aprendizagem. O educando é participante ativo nesse processo de aprendizagem, interagindo e tendo claro os objetivos do aprendizado.
Se o computador pode ser usado para auxiliar a transformação da escola, mesmo sabendo dos desafios que essa transformação apresenta, então essa solução é mais promissora e mais inteligente do que usar o computador para informatizar o processo de ensino.
Tendo visto estas necessidades, as escolas devem promover um espaço de construção cooperativa dos conhecimentos, desenvolvendo no aluno uma consciência crítica e assim revolucionar o processo pedagógico, deixando-o mais interativo e com atualizações constantes. É preciso existir uma aliança na utilização de novas tecnologias, buscando a possibilidade de criar e transformar conhecimentos estimulando a comunicação entre as pessoas e visando a expansão da autonomia pessoal nos processos de aprendizado.
Partindo destes pressupostos, a Internet também pode ser usada como um recurso que vem de encontro às expectativas de mudança, pois ela revoluciona o processo ensino-aprendizagem, no qual o aluno tem acesso às informações, tem autonomia na maneira de buscar o conhecimento e racionalizar o tempo. A transmissão do conhecimento acontece de forma diferente, ou seja, não precisa necessariamente acontecer em um ambiente restrito e estar em constante contato com o professor em sala de aula.
Observa-se, também, que a Internet se apresenta como uma ferramenta indubitavelmente excelente na Educação. Ela deixa claro que não só a escola sairá ganhando com seu uso, mas também a sociedade, pois dispor-se-á de profissionais mais preparados, dotados de postura crítica e autocrítica, e com grande capacidade de pesquisa, de busca do conhecimento; visando assim, consciente e inconscientemente, um constante aprimoramento pessoal, profissional, cultural e de conhecimentos gerais. Só estes argumentos, necessários e suficientes, mostram que a Internet na Educação e a Educação na Internet propiciam um desenvolvimento (com base no conhecimento) amplo da sociedade como um todo, e justificam o emprego desta poderosa ferramenta.
2. Professor e Aluno: competências
O uso destas tecnologia irá mudar o enfoque do processo escolar para o qual os usuários terão um crescimento intelectual e profissional de acordo com seus objetivos. O processo ensino-aprendizagem terá um novo enfoque, conforme cita Robert Branson:
- O professor não será mais o detentor do conhecimento e o aluno simplesmente o receptor; mas professores e alunos irão interagir visando um maior aprimoramento, mudando assim o paradigma nos dias de hoje da educação.
Por sua vez, o aluno irá participar lendo, escrevendo e auxiliando no intercâmbio de informações entre ele, os professores e os demais colegas.
O sistema educacional estará assim estimulando a criatividade, dinamizando o ensino em sala de aula, tendo resultados sempre aprimorados. Partindo deste princípio, a metodologia educacional fará com que o professor passe constantemente por uma reciclagem, saindo da rotina em que possivelmente poderá se encontrar.
E, o aluno não será mais passivo e desinteressado dentro do processo educacional, deixando-se afetar por estratégias diferentes de aprendizagem como por descoberta, coletividade e simulações da realidade. O aluno terá também a vantagem de trabalhar de maneira organizada quando não estiver no ambiente educacional sem que perca o interesse e a estimulação, mas desenvolvendo-os por conta própria. 3. Conclusão
A participação do computador dentro das salas de aulas, pode ser visto como um mundo muito novo, onde conceitos podem ser ensinados aos alunos de formas nunca antes imaginados através de sistemas audiovisuais, utilizando-se de sons e imagens, transformando assim a sala de aula em um laboratório virtual.
A partir deste novo contexto de ensino-aprendizagem, tanto o aluno quanto o professor obtêm resultados positivos; o aluno através da diversidade, da dinâmica de exploração das informações e do intercâmbio de informações e idéias com outros alunos de outras escolas e outras culturas e, já o professor através da possibilidade de reciclagem de conhecimentos, ampliação de conceitos e de sua didática.
Observa-se que, o uso da tecnologia pode contribuir para ajudar e viabilizar o ensino, criando novas possibilidades principalmente como apoio pedagógico e em cursos de Educação à Distância. A Internet é uma ferramenta pedagógica que facilita a comunicação e a troca de opiniões entre todos em geral; aproximando as pessoas, geograficamente distantes, no mundo, sem distinção de credo, raça ou ideologia com o objetivo primeiro de discussão para o crescimento em conjunto.
Bibliografia Consultada
BRANSON, Robert. Issues in the design of schooling: changing the paradigm. Educational Technology. p.7-10, april, 1990.
MEDEIROS FILHO, Dante Alves & CINTRA, Jorge Pimentel. Avaliação do Uso de Computadores no Processo de Ensino e Aprendizagem. http://www.insoft.softex.br/~scie/1999/DanteARibeiroFilho-AvaliacaoEnsinoEAprendizagem.html
OLIVEIRA, Gilca dos S. V.. Softwares Educacionais: Estudo e Implantação. Uberlândia/MG, UNIT – Centro Universitário do Triângulo, Dezembro de 1999. 97p. (Monografia de Conclusão de Curso).
VALENTE, José Armando. Diferentes usos do Computador na Educação.
http://www.nuted.edu.ufrgs.br/biblioteca/artigos/uso_comp_educacao.html
VALENTE, José A.. O Uso Inteligente do Computador na Educação. http://www.proinfo.mec.gov.br/didatica/testosie/txtusointe.shtm
lilicaboas@zipmail.com.br
É
cada vez mais freqüente o uso de novas tecnologias aplicadas à
nossa vida cotidiana. Elas se transformam e se aprimoram com tamanha rapidez
e a forma de agir de seus membros também se modifique para que estes
se adaptem a um contexto.
Quem
pode negar a economia de tempo quando utilizamos o fax para transmitir
uma mensagem, ou mesmo, o telefone para uma comunicação de
urgência? São tantas as novidades desde o início deste
século que se torna difícil numerá-las: telefone,
fax, telégrafo, aparelhos eletrodomésticos que facilitam
a vida da dona-de-casa, máquinas industriais, que são capazes
de realizar o trabalho antes feito por vários homens, e, por fim,
a grande estrela de todas, o computador, que permite o armazenamento de
informações de maneira precisa e auxilia praticamente todos
os setores da vida moderna.
Não
podemos deixar de destacar a importância da tecnologia aplicada à
educação, pois é através dela que as informações
fluem com maior velocidade. Os softwares, juntamente com o professor, ajudam
o aluno não só a participar do processo educativo, como,
também, a construir seus conhecimentos deixando de trabalhar com
base em esquemas já elaborados. Para tanto, deve-se privilegiar
programas de planejamento e capacitação visando os educadores,
não sendo necessária a intervenção de “especialistas”.
O
papel atual do educador não é o de transmitir informações,
mas sim, o de orientar o aluno e servir como mediador, permitido um melhor
aproveitamento das suas potencialidades.
A
Internet surge como um veículo difusor de informações
vindas de todas as partes do mundo, facilitando o acesso a culturas diversificadas
e promovendo uma maior interação do aluno com o mundo que
o cerca.
Atualmente,
a “sala de aula” não se reduz a um determinado campo físico,
ela se estendeu e venceu distâncias com o uso das novas tecnologias.
A televisão por exemplo, através de programas como o Telecurso,
permitem que a educação chegue a lugares de difícil
acesso, fazendo com que as pessoas tenham o direito de se tornar verdadeiros
cidadãos.
A
nova sociedade emergente, procura homens criativos, críticos e capazes
de direcionarsuas ações
de acordo com o ritmo em que as mudanças ocorrem.
“A
tecnologia do amanhã requer não milhões de homens
levemente alfabetizados prontos para trabalhar em uníssono em tarefas
infinitamente repetitivas, nem homens que recebem ordens sem piscar, conscientes
de que o pão se consegue com a submissão mecânica à
autoridade, mas sim de homens que possam fazer julgamentos críticos,
que possam abrir caminho através dos ambientes novos, que sejam
rápidos na identificação de novos relacionamentos
numa sociedade em rápida mutação (Toffler 1970: 323-4)
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